Diário de bordo, 31 de maio de 2006.
Quando eu era mais nova e via as pessoas em bares bebendo e rindo, eu pensava: ê vida boa, quero viver assim. Atualmente sei que essa não é uma vida tão boa assim e que pode ser, por muitas vezes, um momento fútil e sem sentido.
Sempre reflito sobre as decisões que tomo no dia-a-dia e vejo que pouco vivi nessa vida. Está na hora de sair do meu casulo e deixar o vento bagunçar o meu cabelo.
Talvez a única experiência que eu não possa experimentar nessa vida é a de ser mãe biológica. Esse é um dos únicos pensamentos que me deixam triste e com vontade de chorar.
E amanhã começam as provas, vamos ver no que vai dar.
Leoazinha, amo você.


