segunda-feira

Diário de bordo, 23 de Abril de 2007.

Me abraça, me aperta, me leva para casa


Avião sem asa
Fogueira sem brasa
Sou eu assim sem você
Futebol sem bola
Piu-piu sem Frajola
Sou eu assim sem você

Porque que é que tem que ser assim?
Se o meu desejo não tem fim
Eu te quero a todo instante
Nem mil auto-falantes
Vão poder falar por mim
- Fico assim sem você, Adriana Calcanhoto

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Fim de semestre é sempre a mesma correria: fim-de-semana em frente ao computador queimando neurônios, china-in-box de almoço, salgadinho de janta e um montão de cafeína para manter a mente alerta. Fora os chocolates, balinhas e dorflex para segurar a onda. De vez em quando uma ligação de Babi ou então a cia dela nos trabalhos. Como brincou uma amiga da faculdade: se ela agüentar até o fim é porque ela realmente me ama, rsrsrsrs. Considerando-se que faltam 3 semestres, é preciso ter muita paciência para agüentar todos esses trabalhos da faculdade.

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Quero férias de 6 meses na Europa, um pen drive de 1 GB (sou modesta, senão pediria um de 4 GB) e um milhão de reais na minha conta bancária. É pouca coisa né? Enquanto não consigo nada disso, vou contando os centavos para pagar a fatura do cartão de crédito e torcendo para que eu passe em um concurso público algum dia. Algo me diz que é mais fácil eu ralar e entrar em alguma multinacional.

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Ontem eu descobri o que o Mitu tanto faz na frente do monitor: fica “caçando” a seta do mouse na tela. Bem que eu desconfiava que esse gato é curioso demais.

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Amo você nenê....e o panda está evoluindo, kkkkkkkkk.

domingo

Diário de bordo, 08 de Abril de 2007

White Shiba puppy

(Here he comes)
To bring a little lovin', honey
To take away the hurt inside
Is everything that matters to me
Is everything I want in life
- Milk and toast and honey, Roxette

Semana passada comecei a terapia. Primeira sessão, primeiras palavras e uma constatação: eu não tenho lembranças da minha infância até meus 11 anos de idade, apenas flashs. Não consigo me lembrar de coisas alegres. Só me recordo de ter apanhado (e muito) pois essa foi a única forma que meus pais encontraram para educar a mim e aos meus irmãos. Se me perguntarem se isso me machuca até hoje, eu responderei que sim. Sinto uma angústia, um nó no peito sempre que penso nesse assunto. Quem sabe, qdo eu superar esse trauma, eu consiga me lembrar como foi minha infância.


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300 de Esparta: what hell was that??????????????? Transformaram o Rodrigo Santoro em uma alegoria carnavalesca com toques extremados de bichisse. Eu hein?

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Nenê, luv yah.