domingo

Diário de bordo, 22 de janeiro de 2006.


Saldo do fim-de-semana passado no meu 'refúgio espiritual': três latas de cerveja, nada de cigarro, muito sol, pensamentos povoados por incertezas e um estado depressivo que insiste em despontar. Como desgraça pouca é bobagem, eu e a Paty terminamos.

Não estou afim de falar sobre o que aconteceu; já me expliquei a quem eu deveria e agora eu deixo nas mãos dela decidir o que ela quer de mim. Ela sabe que eu a amo com todo o meu coração e que eu quero muito estar com ela. Independentemente do que ela decidir, ela sempre terá meu amor e meu carinho, semprei estarei orando por ela e acompanhando-a de uma forma ou de outra.

Termino o post de hoje com uma frase que sempre fez e sempre fará parte da minha história com ela: Paty, eu te amo hoje, amanhã e depois.

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