Diário de bordo, 13 de outubro de 2004.
Tenho tanta coisa pra contar sobre o feriado que vou repartir tudo em vários posts (um para cada dia).
Tudo começou na quinta. Quase não consegui passagem porque o bus estava cheio. Minha sorte é que a empresa colocou um carro extra e pude comprar minha passagem tranqüilamente. Eu ia comprar a passagem de volta, mas a Lê sugeriu que eu comprasse no sábado quando eu chegasse na rodoviária.
Sexta-feira: cursinho de manhã, revisão da matéria vista à tarde, mala, mochila, presente e passagem na carteira. Eu estava ansiosa e não via a hora de entrar no bus e iniciar aquela que seria a viagem decisiva...rs. Tanta ansiedade me fez chegar com quase 45 minutos de antecedência na rodoviária.
Contei que em 25 anos essa foi a primeira vez que viajei para tão longe e sozinha? Pensei que meus pais não iam deixar eu viajar, mas que nada. Foi super tranqüilo. Mas voltando à viagem, o bus estava uma escuridão total. Eu estava numa soneca relativamente tranqüila (porque dormir em bus convencional não é a coisa mais confortável do mundo) quando as luzes indicadoras das poltronas se acenderam. Eu acordei e pensei: por que acenderam as luzes? Ai eu vi um monte de luzes do lado e fora e caiu a ficha: era a parada programada do bus. Trinta minutos depois o bus voltou a rodar. Segui a viagem toda dormindo e acordando, acordando e dormindo.
Tudo começou na quinta. Quase não consegui passagem porque o bus estava cheio. Minha sorte é que a empresa colocou um carro extra e pude comprar minha passagem tranqüilamente. Eu ia comprar a passagem de volta, mas a Lê sugeriu que eu comprasse no sábado quando eu chegasse na rodoviária.
Sexta-feira: cursinho de manhã, revisão da matéria vista à tarde, mala, mochila, presente e passagem na carteira. Eu estava ansiosa e não via a hora de entrar no bus e iniciar aquela que seria a viagem decisiva...rs. Tanta ansiedade me fez chegar com quase 45 minutos de antecedência na rodoviária.
Contei que em 25 anos essa foi a primeira vez que viajei para tão longe e sozinha? Pensei que meus pais não iam deixar eu viajar, mas que nada. Foi super tranqüilo. Mas voltando à viagem, o bus estava uma escuridão total. Eu estava numa soneca relativamente tranqüila (porque dormir em bus convencional não é a coisa mais confortável do mundo) quando as luzes indicadoras das poltronas se acenderam. Eu acordei e pensei: por que acenderam as luzes? Ai eu vi um monte de luzes do lado e fora e caiu a ficha: era a parada programada do bus. Trinta minutos depois o bus voltou a rodar. Segui a viagem toda dormindo e acordando, acordando e dormindo.
Uma coisa que eu não entendi é o ar condicionado. Para que um ar tão forte durante a madrugada? Eu estava com um blusão de esquimó, uma mantinha e ainda sim senti frio nos braços. Achei um exagero de gelado, mas deve ser política da empresa fazer com que seus passageiros passem frio durante a madrugada.
Eram umas 5:30 quando chegamos em Assis. Olhei o relógio e pensei: oba, agora só faltam duas horas para finalmente conhecer a Lê. E oba oba, a poltrona do lado ficou vaga, finalmente vou poder me esticar. E assim o bus seguiu até o meu destino. Quando o bus finalmente parou eu olhei pela janela procurando pela Lê. A primeira vista não a encontrei, mas depois a vi...ela e o primo. Meu coração bateu mais forte e mil pensamentos passaram pela minha cabeça. Peguei minha mala e sai da plataforma.
To be continued...
Eram umas 5:30 quando chegamos em Assis. Olhei o relógio e pensei: oba, agora só faltam duas horas para finalmente conhecer a Lê. E oba oba, a poltrona do lado ficou vaga, finalmente vou poder me esticar. E assim o bus seguiu até o meu destino. Quando o bus finalmente parou eu olhei pela janela procurando pela Lê. A primeira vista não a encontrei, mas depois a vi...ela e o primo. Meu coração bateu mais forte e mil pensamentos passaram pela minha cabeça. Peguei minha mala e sai da plataforma.
To be continued...

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